Max
Reinert tem formação autodidata na área
teatral e é integrante da Téspis Cia. de
Teatro desde sua fundação em 1993, tendo
realizado outros trabalhos profissionais antes desta data.
Desde
1998 ministra cursos e oficinas para crianças,
adolescentes, adultos e professores nas áreas de
interpretação, confecção e
manipulação de bonecos, tendo prestado serviços
para a Secretaria Municipal de Educação
de Itajaí, Colégio de Aplicação
da Univali, Fundação Cultural de Chapecó,
Fundação Cultural de Concórdia, FacVest
(Lages), entre outros.
Foi
Coordenador Técnico da Mostra Internacional de
Teatro de Grupo em Itajaí, SC nos anos de 2001
a 2004; neste mesmo período fez parte do Conselho
Municipal de Cultura e presidiu a Associação
Itajaiense de Teatro.
Em
seu processo de formação estudou vários
aspectos das artes cênicas, através de oficinas
e/ou seminários, com distintos mestres do Brasil
e do exterior, tais como Olga Romero (Curitiba,PR), Chico
Penafiel (Curitiba,PR), Carlos Adrian Martinez (Buenos
Aires, Argentina), Xavier e Alsônia Perazza (Uruguai),
Madalena Bernardes (São Paulo, SP), Mauro Zanata
(Curitiba,PR), Ewerton de Castro (São Paulo,SP),
José Rubens Siqueira (São Paulo, SP), Renata
Franco (São Paulo, SP), Mário Santana (Rio
de Janeiro, RJ), Roberto Mallet (São Paulo,SP),
Fernando Augusto (Mamulengo Só Riso, Pernambuco),
Ana Kfouri (Rio de Janeiro, RJ), Osvaldo Gabrieli (Grupo
XPTO, SP), Mallú Moraes (São Paulo, SP)
e Sérgio Mercúrio (Buenos Aires, Argentina).
Desde 1997 desenvolve estudos em parceria com a Periplo,
Compañia Teatral tendo, inclusive, realizado estágio
no “El Astrolábio Teatro” em Buenos
Aires, Argentina sob a coordenação de Diego
Cazabat.
Como
ator atuou em vários espetáculos com outros
diretores de Itajaí e região, destacando-se
Terror e Miséria no III Reich de Bertold Brecht,
Senhora dos Afogados de Nelson Rodrigues, A Viagem de
Um Barquinho de Illo Krugli, O Contador de Histórias,
adaptação de várias histórias
de Ruth Rocha, Guiomar e Tônio Carvalho, O Circo
Cheio de Lua de Memélia de Carvalho, Histórias
de Um Rei Tirano, adaptação de “Sapo
Vira Rei Vira Sapo” de Ruth Rocha, O Pequeno Planeta
Perdido de Ziraldo e Bodas... (um ato cotidiano) dramaturgia
criada pela Periplo, Compañia Teatral.
Como
diretor, realizou espetáculos com a Téspis
Cia. de Teatro e também como diretor convidado
em outras produções, tais como O Pequeno
Planeta Perdido de Ziraldo, ZYVerissimo!!! 199,9Mhz adaptação
de crônicas de Luiz Fernando Verissimo, Trânsito
Não É Brincadeira! com o Grupo de Educação
da Policia Militar de Itajaí, Oração
de Fernando Arrabal e A Pequena Vendedora de Fósforos
adaptação do conto de Hans Christian Andersen
com o Projeto Teatro Cidade, Na Trilha dos Pombeiros,
adaptação de textos de Franklin Cascaes,
baseado no folclore açoriano com o Grupo E.T.C.
i. Tal., É Vero, Verissimo!?! de Luis Fernando
Verissimo, com o grupo Letra Muda, O Pequeno Príncipe
a partir da obra de Antoine de Saint-Exupéry com
a Cia. de Atores, Medéia , uma adaptação
da tragédia de Eurípedes, em forma de monólogo;
A História do Homem que se Transformou em Cachorro,
de Osvaldo Dragun. Seu último trabalho é
Lili reinventa Quintana, homenagem ao poeta gaúcho
com a Téspis Cia. de Teatro.
Outra
faceta do diretor Max Reinert é seu trabalho junto
a grupos vocais e músicos da cidade. Com o Grupo
Vocal Lícor de Pitanga atuou como assitente de
direção de Celso Branco (Grupo Garganta
Profunda, Rio de Janeiro,RJ) no show Licor Canta Brasil
e dirigiu Estação Brasil. Dirigiu, também,
espetáculos que reúnem teatro, música
e dança, tais como Um Auto de Natal, Coros e Árias
de Óperas e Um Boi Bom De Se Vê!, este último
envolvendo 30 pessoas no elenco e que realizou a inauguração
do Teatro Municipal de Itajaí. Fez concepção
e direção de palco para o Festival de Música
de Itajaí em 2004, tendo trabalhado neste ano com
Guinga e Gabriele Mirabassi, Joice, Vagner Tisso e Victor
Biglione, Yamandu Costa e Adriana Calcanhoto. Fez coordenação
de palco para a Semana de Inauguração do
Teatro Municipal de Itajaí, com 08 espetáculos
e encerramento com Nana Caymmi, atingindo mais de 12 mil
pessoas em uma semana.
Em
sua carreira como ator e diretor participou de diversos
festivais no Brasil e também no exterior, tendo
levado seus espetáculos ao Chile, Argentina, Paraguai
e Venezuela, onde recebeu diversas indicações
e prêmios. Recentemente recebeu as seguintes premiações:
• Melhor Diretor por A História do Homem
que se Transformou em Cachorro no Festival Nacional de
Teatro de Resende, RJ, em 2006;
• Melhor Sonoplastia, Iluminação e
Cenografia por Medéia no Festival Nacional de Teatro
de São José dos Campos, SP, em 2005;
• Melhor Diretor e Melhor Espetáculo por
Medéia no Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba,
SP, em 2004;
• Melhor Diretor por Medéia no Festival Nacional
de Teatro de Ponta Grossa, PR, em 2004;
• Melhor Espetáculo por Bodas...(um ato cotidiano)
na Fiesta Internacional del Teatro San Martin de Caracas,
na Venezuela, em 2001.
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